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 Wilhemina Strigoi

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AutorMensagem
Wilhemina Strigoi

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Localização : Atualmente, Paris, na França
Emprego : Pintora
Idade : 35
Mensagens : 344
Player : Nyna

MensagemAssunto: Wilhemina Strigoi   Dom Set 03, 2017 6:01 pm

DADOS BÁSICOS
    Nome completo: Wilhemina Strigoi (chamada de Mina pelos seus poucos amigos próximos)
    Local de nascimento: Brasov, Romênia
    Data de nascimento: 31/10/1986
    Raça: Sangue-puro
    Patrono: Um testrálio
    Varinha: Pinheiro com corda de coração de Rabicurto, 11 polegadas e meia, razoavelmente flexível. (por ser uma vampira, Wilhemina não consegue mais fazer magia, mas nunca conseguiu jogar fora sua varinha, e a guarda como uma espécie de lembrança de sua vida bruxa)


BIOGRAFIA
    Infância
      Wilhemina cresceu em uma grande casa em Brasov, quase um pequeno castelo, onde a maioria dos Strigoi que continuam na Romênia vivem juntos. Sua infância foi passada na companhia de seus primos; sendo cuidada por seus tios ou avós quando sua mãe estava viajando ou trabalhando; e isto a fez ser sempre muito unida aos seus familiares, e dar muito valor a todos eles. Wilhemina estudou em casa até a idade em que deveria ingressar em uma escola bruxa, e nesse tempo, além de ter aprendido coisas básicas como ler e escrever, teve noções de pintura, dança e interpretação com os membros de sua família. Deu seus primeiros sinais de magia quando tinha cerca de sete anos de idade, enquanto pintava um quadro. Ao notar que algumas cores de tinta de que precisava haviam acabado, Wilhemina mudou as cores das tintas restantes através de magia, quase sem perceber. Sempre foi uma criança calma e introspectiva, que gostava de passar o tempo sozinha, pintando ou desenhando; e também sempre foi muito próxima da mãe, que era sua conselheira, confidente e melhor amiga.


    Vida escolar
      • Escola: Ropwokabipa
      • Casa: Hipocampo

      De início Wilhemina não gostou de ser separada de sua família e de seu lar ao ingressar na escola bruxa, e demorou a se acostumar à sua nova casa, sua nova rotina e até mesmo ao novo idioma - embora tivesse estudado russo durante dois anos antes de entrar em Ropwokabipa, Wilhemina achava estranho ter que falar todos os dias nesse idioma, sem ter muitos colegas romenos com quem conversar em sua língua pátria. Por tudo isso, até o terceiro ano ela foi quase totalmente solitária: falava apenas o necessário com seus colegas e professores, ficando sozinha e quieta a maior parte do tempo, na companhia de seus livros e desenhos. Isso não a incomodava ou era motivo de tristeza, pois de certo modo ela sempre gostou de ficar sozinha e em silêncio, entregue aos seus afazeres. Como não tinha outras distrações, Wilhemina acabava se dedicando bastante aos estudos e alcançando notas muito boas em quase todas as matérias. A partir do quarto ano ela começou a se enturmar com algumas colegas de sua turma, com as quais continuou se correspondendo após a formatura, mas era um grupo bastante seleto, de meninas tão calmas e introspectivas quanto ela, e Wilhemina nunca foi realmente popular. A maioria de seus colegas não sabia sequer o seu nome.


    Vida Universitária
      • Universidade Noskort
      • Curso: Tenebrologia e Artes Plásticas (Wilhemina não chegou a se formar, uma vez que a universidade fechou antes disso)
      • Fraternidade: Sphinx

      Após se formar em Ropwokabipa, Wilhemina decidiu ingressar em uma universidade bruxa na Suécia: Noskort. Foi aceita na fraternidade Sphinx. Como havia acontecido quando Wilhemina entrou em Ropwokabipa, ela teve que se acostumar novamente a toda uma nova rotina, novas pessoas, um novo lugar e um novo idioma, dessa vez o sueco. Mas dessa vez foi mais fácil. Wilhemina já era mais independente e madura, menos apegada à família e ao seu país, e estava mais acostumada a mudanças. Na universidade, repetia o comportamento calmo e introspectivo que tivera ao longo de sua vida escolar, mas aprendeu a ser mais simpática e receptiva com as pessoas que se aproximavam, fazendo alguns amigos e de forma geral se dando bem com todos, mesmo que de forma superficial. Tinha muito interesse em duas áreas específicas e bastante diferentes entre si: as artes e as formas mais complexas de magia, como as artes das trevas ou técnicas de combate e feitiços mentais. Acabou escolhendo disciplinas de diferentes áreas, pretendendo se formar em Tenebrologia e Artes Plásticas. Ao longo dos três anos de universidade, fez parte do Clube de Duelos e da Trupe Cliodna, o grupo de teatro de Noskort. E foi no meio da série de acontecimentos que levou ao fechamento da universidade que Wilhemina passou pela maior e mais definitiva mudança que aconteceu em sua vida: ela foi mordida por um vampiro e transformada em um deles.


    Adulto
      O começo da vida vampírica foi muito confuso e difícil para Wilhemina: sem conseguir controlar seus instintos, ela atacou uma colega, foi expulsa da universidade e passou a se abrigar na floresta, se alimentando de animais. Wilhemina estava cada vez mais entregue ao lado animalesco e selvagem de sua condição, quase totalmente esquecida de sua vida humana, quando mordeu e transformou em vampiro Damian B. M. Luna Fleo, seu colega em Noskort. Ao contrário do que poderia ter acontecido, Damian não sentiu raiva ou revolta com o acontecido, e se tornou muito próximo de Wilhemina. Foi ele quem a convenceu de que os dois poderiam ter uma vida quase normal, mesmo sendo vampiros, e de que ela não precisava virar as costas para sua vida humana e se entregar daquela forma à solidão. Wilhemina e Damian saíram da floresta e foram embora da Suécia. Durante cerca de dois anos os dois viajaram pela Europa, sem se fixar a lugar nenhum porque não queriam revelar sua verdadeira condição a ninguém. Ao longo desse tempo Wilhemina foi aprendendo a controlar sua sede por sangue humano, se acostumar com o sangue de animais, beber somente o necessário para se manter viva, e hoje consegue permanecer perfeitamente sob controle mesmo se estiver entre humanos. Ela e Damian também aprenderam formas de disfarçar sua condição e se fazer passar por bruxos normais, e conseguem enganar qualquer um se assim o quiserem. No final desses dois anos, os dois visitaram a família de Wilhemina na Romênia. Os Strigoi tinham dado Wilhemina como morta após o seu desaparecimento em meio à confusão que acabou com Noskort, e ficaram tanto incrédulos quanto absolutamente felizes quando Wilhemina reapareceu. Ela contou toda a verdade à sua mãe, que por algum tempo foi a única pessoa da família que sabia que Wilhemina é uma vampira.

      Depois de tudo isso, Wilhemina e Damian passaram a viver em um grande castelo abandonado na Polônia, em Gdansk, na costa do Mar Báltico. Viveram lá por uns bons anos, e foram felizes durante esse tempo: lá podiam ser eles mesmos, sem disfarces; e Wilhemina gostava muito do lugar, por ser isolado e silencioso. Damian administrava uma casa noturna, e Wilhemina pintava e vendia quadros - hoje seu nome é bastante reconhecido e respeitado entre os críticos de arte bruxa, e um quadro pintado por ela vale uma boa quantia em dinheiro. Wilhemina e Damian mantinham contato com alguns de seus colegas, e às vezes viajavam pela Europa para visitá-los, mudar de ares e simplesmente ver gente. Damian, porém, sempre foi muito mais sociável e apegado às pessoas que Wilhemina - e, assim, mesmo sendo um vampiro e contando com todas as limitações que essa condição traz, conseguiu formar um círculo social a sua volta, com colegas, amigos, amantes e até mesmo uma filha, que descobriu tardiamente. Wilhemina não sentia ciúmes, mas aquilo às vezes a fazia se sentir quase tão sozinha quanto se Damian não estivesse por ali. Wilhemina continuou em Gdansk enquanto trabalhava em um projeto pessoal seu: a escrita de um livro, ilustrado por ela mesma, contando sua vida e sua história, e revelando sua condição de vampira ao mundo todo. Quando finalizou o trabalho, deixou todo o material para Damian, junto com uma carta em que pedia que ele publicasse o livro e explicava sua decisão de ir embora para viver sozinha - e realmente foi.

      Carregando pouco mais que algumas mudas de roupa e seus materiais de pintura, Wilhemina passou a viajar pelo mundo, conhecendo gente, ouvindo histórias e visitando lugares e paisagens que a inspiram a pintar seus quadros. Por enquanto, viajou mais pelo Leste Europeu, e passou alguns anos fixada na Rússia. Damian publicou o livro, que acabou sendo um sucesso de vendas, e agora Wilhemina não precisa mais esconder que é uma vampira, uma vez que o mundo todo sabe disso. E isso não atrapalhou as vendas de seus quadros - muito pelo contrário: tornando Wilhemina ainda mais famosa, a publicação do livro só aumentou a curiosidade em torno de suas obras, aumentando ainda mais seu valor de compra e venda. Hoje em dia ela é um rosto conhecido por grande parte da comunidade bruxa; mas, como vive de modo discreto, viaja bastante e praticamente só circula à noite, consegue se manter "escondida" dos jornais e tabloides, tendo uma vida bastante pacata. No último ano, mudou-se para Paris, depois de fazer uma exposição em uma galeria de arte bruxa por lá. Está explorando a cidade e conhecendo as pessoas, e não sabe - e nem pretende decidir ainda - por quanto tempo ainda pode permanecer por lá.


PARENTES
    Os Strigoi, família da mãe de Wilhemina, são uma antiga família de bruxos romenos, todos puro-sangue, cujas origens remontam ao início da Idade Média. O dom para as artes foi sempre muito presente entre os Strigoi: a maioria deles é composta por artistas de todos os tipos, cantores, pintores, atores, escritores; uns mais, outros menos conhecidos. A mãe de Wilhemina, Séfora Strigoi, é uma atriz bastante famosa na comunidade bruxa de seu país, e já atuou em todos os grandes teatros da Romênia. Wilhemina usa apenas o sobrenome da família da mãe por nunca ter conhecido o pai. Há boatos de que ele seja um vampiro, que desapareceu no mundo um pouco antes do nascimento de Wilhemina; mas a própria Séfora nunca confirmou ou negou nada, e quase nunca fala sobre o assunto - muitas vezes, aliás, Wilhemina já se perguntou se isso seria verdade, e se sua transformação em vampira teria o dedo de seu misterioso pai. Séfora é jovem, teve a filha com apenas vinte anos de idade; e ela e Wilhemina se dão muito bem. À exceção dos assuntos que envolvem o nascimento e o pai de Wilhemina, as duas conversam sobre tudo - atualmente, normalmente através de cartas. Séfora nunca se casou, e Wilhemina é filha única. Fora seus familiares, ao longo da vida Wilhemina foi realmente próxima apenas de Damian: os dois se tratavam como amigos, como irmãos, como pai e filha, como mãe e filho, como amantes, de tudo um pouco. Wilhemina sente falta dele, e procura saber dele, de forma indireta, sempre que pode; mas, desde que ela foi embora de Gdansk, os dois não tiveram mais contato.


APARÊNCIA
    Tem 1,76m de altura e pesa cerca de 62 kg. Seus olhos são verdes, e seus cabelos, longos e ondulados, são castanho-avermelhados. É extremamente magra e pálida, de aparência séria e aspecto quase frágil; e geralmente está vestida com roupas discretas e elegantes, em tons escuros. Suas sobrancelhas são angulosas e marcantes; e seus lábios são cheios, bem desenhados. Tem o rosto quadrado e usa as unhas dos dedos curtas e sem esmalte. Também costuma usar poucos acessórios e quase nada de maquiagem.


PERSONALIDADE
    Tem um temperamento calmo, tranquilo e introspectivo. É sempre educada e simpática com quem se aproxima dela; mas não é muito falante, e prefere não falar muito sobre si mesma. Quase nunca se irrita, e é do tipo que tenta não demonstrar quando está triste ou magoada, guardando seus sentimentos para si mesma. Fala sempre num tom de voz calmo e baixo, e não suporta gente barulhenta ou escandalosa demais. Gosta de passar o tempo conversando ou fazendo programas tranquilos; e não se importa de ficar sozinha, aproveitando esses momentos para fazer as coisas de que gosta, como ler, escrever, pintar e ouvir música. Uma curiosidade sobre ela é que Wilhemina sempre teve crises de sonambulismo, desde criança. Falava e andava dormindo, às vezes de olhos abertos, quase como se estivesse acordada, e no dia seguinte não se lembrava de nada. Ninguém nunca conseguiu curar seu sonambulismo, mas quando ela se tornou uma vampira ele desapareceu imediatamente.
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